Sexta-feira, Agosto 12, 2005

Nota sobre: "A inclusão digital não se faz a custa de vitimas".

Me agradou ver que algumas pessoas, em algum fórum longínquo,
pararam para ampliar o pensamento sobre a tecnociência
(inclua-se bibliotecas digitais) e sua relação com a sociedade.

Outrossim, é bom lembrar que a vitimização humana independe
da inclusão digital
. Nós somos vítimas desde que nascemos,
de um modo ou de outro.

Gostei de ler que admite-se a existência de diferentes culturas,
acarretando necessariamente a existência de diferentes
conteúdos digitais, respeitando as biodiversidades sociais.

Por outro lado, ainda me questiono sobre:
O que significa dizer socializar a informação???

Estou, por enquanto, pensando que diante da grande metamorfose
que a Terra e os humanos estão passando, não é tão simples
definir essa questão. Perece que um jargão é desementido
com outro, faltando cautela no pensamento para encontrar um equilibrio.


Vou mais além.

A informação enquanto ente, já possui no seu ser a característica do social.
O que chama a atenção, é como o indivíduo media entre o ser da informação,
suas próprioas necessidades e, como a disponibiliza para os outros (sociedade)???


Segue-se com as reflexões sobre a informação enquanto ente existente
e que, no mínimo, merecem todo tipo de sugestões para ampliar
o conhecimento sobre o assunto.


Acredito que os fonêmas social e democracia, possuem valor representativo
relevante para todos. Mas, talvez, deva-se ter mais "carinho" quanto ao uso
exagerado dessas signifações.


Tudo em exagero, tranforma-se em desperdício (SALCEDO, 2005).

Diego Salcedo
Graduando
Biblioteconomia - UFPE